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A empresa canadense Largo Resources Ltd/Vanádio de Maracás S/A, realizou nesta quarta (20/03) realizou sua 7ª Reunião Ordinária de Acompanhamento do Empreendimento Minero Industrial, com a participação de Carlos Lorenzo, Gerente de Meio Ambiente, Ana Maria e Elias Resende, Técnicos do Setor Social e de Comunicação da Vanádio, Frederico Rossiter e Aloiso Andrade representantes da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, Moiséis Rocha Brito, consultor da MRB Assessoria e Consultoria, Joel Dias, representante da Prefeitura Municipal de Maracás e João Menezes dos Santos, representante da Câmara de Vereadores de Maracás.

Carlos Lorenzo, Gerente de Meio Ambiente da Vanádio, de forma detalhada e objetiva apresentou o andamento dos serviços de implantação da unidade de beneficiamento do vanádio, cuja construção conta hoje com mais de 800 postos de trabalhos gerados, movimentado a econômica local, cumprindo assim o seu papel social de acordo com as metas e diretrizes estabelecidas.

A implantação do empreendimento da Vanádio de Maracás S/A, primeira mina de vanádio das Américas, gera cerca de 1.500 empregos diretos na região da cidade de Maracás (a 365 km de Salvador), centro-sul do Estado, apenas no período de construção, primeira fase do projeto ainda em curso. Após o início do funcionamento, previsto para novembro deste ano, o empreendimento deve contratar 600 funcionários para ocupar cargos e funções na mineradora.

Com um aporte de R$ 555 milhões em investimentos por parte do grupo Largo Resources, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), a Vanádio de Maracás será a mina com maior teor do metal e menor custo de produção em todo o mundo, do total investido, R$ 5 milhões serão destinados às obras socioambientais voltadas para a comunidade local. O projeto é em parceria com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), detentora dos direitos minerais da área.

Com a implantação da mineradora, a expectativa inicial de produção anual é de 5 mil toneladas de liga derivada do vanádio. Atualmente, segundo a CBPM, o Brasil consome cerca de 1,2 mil toneladas. A produção excedente deverá ser exportada para a China, Estados Unidos e países da Europa.

O início da implantação do projeto aconteceu em 2007, com trabalhos de sondagens complementares e realização dos estudos de impacto ambiental e de pré-viabilidade, tendo a Licença de Localização (LL) sido obtida em 2010.

Ainda não foi divulgado quanto a exploração do mineral renderá para os governos municipal, estadual e federal.  Mas do lucro previsto, 2% será revertido para o poder público, sendo 65% deste montante para o município e 23% para o Estado e 12% para a União.

O vanádio é um mineral usado em aços (como componente de liga, porque aumenta a resistência e reduz o peso), na indústria aeroespacial e como catalisador nas indústrias de petróleo e gás (tubulações).

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