
Mais um ano se passou, e nada do Código Mineral prometido por Dilma com a correção de índices da CFEM, o royalty mineral. Para os mineradores, nenhuma surpresa: há algum tempo, eles já perceberam as dificuldades do governo em fechar o novo marco regulatório do setor. Tadeu Carneiro, diretor geral da CBMM, acha que o código empacou por ser muito complexo, envolvendo interesses de pelo menos dois ministérios além de Minas e Energia: Fazenda e Planejamento. Já Fernando Coura, presidente do Ibram, entidade nacional da mineração, oferece uma explicação mais simples e direta para o malogro do código mineral: “Não é prioridade do governo”.
Fonte: O Tempo